quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A Plantação e a Colheita de Deus


Texto: 1 Co 3.7-9
Introdução: O texto chave que foi sugerido não tem nenhum outro significado para a igreja de Corinto, senão o de consertar um problema existente no seio daquela igreja: A dissensão. Naquela igreja havia grupos e cada um deles diziam serem seguidores de um importante líder ou ainda um deles se dizia ser de Cristo, o que de maneira nenhuma significava que era o grupo melhor. No entanto eu não quero me ater a falar sobre essas discórdias existentes ali. Quero a falar sobre evangelização, que também é citada no texto. 
Nos versículos de 5 a 9, embora sejam para esclarecer o problema que ali havia, ele também nos remete a responsabilidade com a evangelização (plantio), com o cuidado (discipulado) e com a colheita (salvação) na lavoura de Deus.
Então quando falamos de evangelização estamos falando em crescimento (At 2.47b “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja os que iam ser salvos”). Só que no próprio texto lido vemos que existem etapas para que haja crescimento, isto é, para que a colheita seja grande e com qualidade.
1ª Evangelização: É a etapa do plantio – Mt 9.35-38
É a parte mais difícil e a que tem menos gente engajada, entretanto é a fase mais importante (Rm 10.13-14 “porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em que não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?”). Isso significa se a semente não for lançada de maneira nenhuma haverá frutos.
Segundo a Embrapa o plantio pode se dividir em quatro importantes fases:
1.1   – Escolha da área (Mundo): A área do plantio é muito grande. Em Mc 16.15 “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”, o Senhor Jesus nos fala sobre a extensão dessa área: O Mundo. Só que esse mundo pode ainda ser bem próximo como nos fala At 1.8b “... ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda Judéia e Samaria e até aos confins da terra”.
1.2   – Análise do Solo (coração): Precisamos conhecer como está o coração do nosso ouvinte para receber a semente do evangelho e Jesus nos fala como eles podem ser ou estar na Parábola do Semeador em Mc 4.
1.3   – Preparo da área: Cada planta precisa de um tipo de preparo de solo para o seu plantio, ou seja, não podemos plantar laranja em um solo preparado para se plantar café, logo cada pessoa é única então cada uma terá que haver uma abordagem (preparo) diferente no solo de seu coração para que a semente caia e produza frutos.
1.4   – Plantio: Mc 16.15 “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. Aqui me baseio para dizer que todos fazem parte dessa missão de sermos semeadores.
2ª Discipulado: É a etapa do cuidado com a lavoura – “Apolo regou!”. “... Ensinando os a guardar todas as coisas que vos tenho falado”.
2.1 – Negar-se a si mesmo e levar a cruz: Mt 16.24
2.2 – Renunciar: Lc 14.26
2.3 – Deixar Tudo: Lc 14.33
2.4 – Perseverar: Jo 8.31
2.5 – Frutificar: Jo 15.8
3ª Colheita: Mt 9.38 “Rogai, pois ao Senhor da seara para que envie ceifeiros para a sua seara”.   
O interessante de todos esses processos é que no terceiro dele: A colheita, diferentemente dos anteriores somos apenas participantes dele e não agentes, porque quem fará a colheita não somos nós, mas o Próprio Deus. Veja que o Senhor Jesus diz que a seara é Dele, portanto é Ele que irá colher os frutos de sua lavoura.
Mt 24.36 “Porém, a respeito daquele dia ou hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai”
O plantio pode ser feito por qualquer um dos discípulos, o discipulado pode ser feito por também por qualquer cristão bem preparado, mas colheita é feita por Deus. Existem alguns que dizem por aí: Eu preguei e ganhei muitas almas! Só que estes vão embora e nem sabem se aquelas pessoas permaneceram, então não podem afirmar assim, mas se a igreja cuidar dessas vidas ele poderá com certeza dizer isso, principalmente se a pessoa for salva e frutificar na lavoura de Deus, que está muito próxima para ser recolhida ao seu celeiro: O céu!
Conclusão: Queremos ver o crescimento da obra de Deus, mas não estamos nos engajando na pregação da Palavra. Devemos nos dedicar ao plantio no reino de Deus, assim veremos o crescimento da obra. Pedir a Deus que nos capacite é o caminho para encontrar nosso caminho dentro dessa missão, seja qual for a nossa vocação Ele nos guiará a participarmos de cada processo de sua Lavoura.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Depressão, eu?

Estou voltando ao meu blog após quase dois anos sem ao menos me logar a ele. Não foram anos fáceis, mas ainda continuamos aqui em pé e seguindo na estrada da fé, a qual nos foi proposta seguir até que cheguemos ao prêmio da nossa gloriosa carreira.

Sou professor de Educação Física, formado desde 2004 pela Universidade de Taubaté e no ano passado eu fiquei quase que o ano todo atuando dentro de minha área de formação, o que para mim foi uma grande vitória, já que em quase seis anos depois de formado atuei na área de negócios. Eu perdi quase 30 kilos, o que me fez sentir ainda mais bem já que minha saúde vinha me preocupando muito. Agora estou em 2013 e ainda não sei o que Deus quer de mim ainda. Se bem que as aulas ainda não começaram ainda e posso continuar nessa área.

No entanto começo esse ano sendo afligido pela ansiedade que corrói a alma e destrói os sonhos, que gera desespero e causa depressão. Quero ajudar as pessoas que amo e quando não posso por motivos financeiros e emocionais me sinto ainda mais impotente.

Então para sentir-me melhor procuro através da bíblia, a Palavra de Deus, e resposta para algo que todos nós, cristãos ou não, já enfrentamos ou enfrentaremos: A Depressão.

A Depressão não é uma doença moderna, mas têm se tornado mais frequente à medida que os problemas mundo moderno sufocam as pessoas, deixando-as mais tristes, com baixa autoestima, ansiosas e com sentimentos ligados ao fracasso e ao desejo de suicídio e isolamento das pessoas com quem se convive.

Não quero me sentir assim! Mas quando olho para a Palavra de Deus vejo que outros servos de Deus sentiram a mesma coisa e passaram por esses problemas dando à depressão a resposta de que maior é Deus e somente com a ajuda Dele, problemas ligados à ansiedade e ao desespero.

Foi assim com Elias, quando perseguido por Jezabel, ele pediu a morte e se escondeu em uma caverna. Entretanto, Deus, que tinha um propósito na vida dele, lhe aparece através do Anjo do Senhor e lhe incentiva a continuar seu caminho e sair daquela caverna. Precisamos entender que maior do que o problema que nos aflige hoje é o nosso Deus, que é todo cheio de amor e que nos dá pão a água, símbolos que usou naquela ocasião para alimentar Elias e ainda ter forças para seguir sua jornada. Esse pão e essa água são fontes de energia para alguém que já estava praticamente morto e não via mais perspectivas de um novo amanhã.

Mas como o salmista diz no Salmo 30.5: “O Choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”, eu saio da caverna hoje e sei que amanhã a vitória pode vir a mim, como veio a Elias não muito tempo depois, através de uma carruagem de fogo, que o levou direto para o seio do Pai.

Que Deus nos guarde de todo o mal, e atenda a intercessão de Jesus por nós descrita em Jo 17.15, mas que nós também tenhamos conhecimento que nenhum problema é eterno, pois o próprio Jesus nos alertou em Jo 16.33 “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo eu venci o mundo”.

sábado, 28 de agosto de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

Cristianismo Equilibrado


“[...] Tem sido sempre uma característica dos evangélicos ocupar-se com evangelismo. Tanto assim que não é raro encontrarmo-nos com uma confusão de termos, como se “evangélico” e “evangelístico” significassem a mesma coisa. Na nossa ênfase evangélica em evangelismo, temos compreensivelmente reagido contra o tão falado “evangelho social” que substitui salvação individual por melhoramento social e, apesar do notável testemunho da ação social dos evangélicos do século dezenove, nós mesmos temos suspeitado de qualquer envolvimento deste tipo. Ou, se temos sido ativos socialmente, temos tido a tendência de concentrar-nos nas obras de filantropia (cuidando dos acidentes de uma sociedade doente) e tomado cuidado para evitar política (as causas de uma sociedade doente).

Algumas vezes, a polarização na igreja tem parecido ser completa, com alguns exclusivamente preocupados com evangelismo e outros com ações político-sociais. Como um exemplo para o primeiro, tomarei alguns grupos do tão falado “Povo de Jesus”. Ora, estou muito longe de querer ser crítico de qualquer movimento. Contudo, uma das minhas inúmeras hesitações diz respeito às comunidades de Jesus que parecem ter rejeitado a sociedade e se retirado para a comunhão individual, fazendo cultos evangelísticos ocasionais, no mundo fora da comunidade. Vernon Wishart, um ministro da Igreja Unida do Canadá, escreveu sobre o Povo de Jesus em Novembro de 1972, num artigo oficial da Igreja. Ele descreveu o movimento como “uma reação ao profundo mal-estar cultural social” e uma tentativa para “vencer uma depressão do espírito humano” causada pela tecnocracia materialista. Mostrou-se admirador do genuíno zelo cristão por eles manifestado: “Como crentes primitivos, eles simplesmente vivem de uma maneira amorosa, estudando as Escrituras, partindo o pão juntos e compartilhando os recursos”. E ele reconheceu que o intenso relacionamento pessoal deles com Jesus, e de um para com o outro era um antídoto à despersonalização da sociedade moderna. Ao mesmo tempo ele viu este perigo: “Voltar-se para Jesus pode ser uma tentativa desesperada de desviar-se do mundo no qual ele encarnou. Como as drogas, a religião de Jesus pode ser uma fuga de nossa tecnocultura”. Nesta última frase, Vernon Wishart colocou o dedo no problema principal: Se Jesus amou o mundo de tal maneira que entrou nele através da encarnação, como podem seus seguidores proclamar que amam o mundo procurando escapar dele? Sir Frederick Catherwood escreveu: “Procurar melhorar a sociedade não é mundanismo, mas amor. Lavar as mãos da sociedade não é amor, mas mundanismo” [grifo nosso].

[...] Nós certamente não estamos confundindo justiça com salvação, mas temos frequentemente falado e nos comportado como se pensássemos que nossa única responsabilidade cristã para com uma sociedade não convertida fosse evangelismo, a proclamação das boas-novas de salvação. Nos últimos anos, contudo, tem havido bons sinais de mudança. Temos ficado desiludidos com a mentalidade da “tentativa abandonada”, com a tendência de escolher não participar da responsabilidade social e com a tradicional obsessão da “micro-ética” (a proibição de coisas mínimas) e a negligência correspondente da “macro-ética” (os grandes problemas de raça, violência, pobreza, poluição, justiça e liberdade). Tem havido, também, um recente reconhecimento dos princípios bíblicos para a ação social cristã, tanto teológica quanto ética.

Teologicamente [grifo nosso], tem havido um redescobrimento da doutrina da criação. Tendemos a ter uma boa doutrina da redenção e uma péssima doutrina da criação [grifo nosso]. Naturalmente temos tido uma reverência de lábios à verdade de que Deus é o Criador de todas as coisas, mas, aparentemente, temos estados cegos para as implicações disto. Nosso Deus tem sido por demais “religioso”, como se o seu principal interesse fosse cultos de adoração e oração freqüentados por membros de igrejas. Não me entenda mal: Deus tem prazer nas orações e louvores do seu povo. Mas, agora, começamos a vê-lo, também (como a Bíblia sempre o retratou), como o Criador, que está interessado tanto pelo mundo secular quanto pela Igreja, que ama a todos os homens e não somente os crentes, e que tem interesse na vida como um todo, e não meramente na religião.

Eticamente, há um redescobrimento da responsabilidade de amor pelo próximo, que é o seguinte mandamento: “Amar nosso próximo como amamos a nós mesmos” [grifo nosso]. O que isso significa na prática será determinado pela definição das Escrituras sobre o “nosso próximo”. O nosso próximo é uma pessoa, um ser humano, criado por Deus. E Deus não o criou como uma alma sem corpo (para que pudéssemos amar somente sua alma), nem como um corpo sem alma (para que pudéssemos preocupar-nos exclusivamente com seu bem-estar físico), nem tampouco um corpo-alma em isolamento (para que pudéssemos preocupar-nos com ele somente como um indivíduo, sem nos preocupar com a sociedade em que ele vive). Não! Deus fez o homem um ser espiritual, físico e social. Como ser humano, o nosso próximo pode ser definido como “um corpo-alma em sociedade”. Portanto, a obrigação de amar o nosso próximo nunca pode ser reduzida para somente uma parte dele. Se amamos o nosso próximo como Deus o criou (o que é mandamento para nós), então, inevitavelmente, estaremos preocupados com o seu bem-estar total, o bem-estar do seu corpo, da sua alma e da sua sociedade. Martin Luther King expressou muito bem: “Religião trata com o Céu como com a terra... Qualquer religião que professar estar preocupada com as almas dos homens e não está preocupada com a pobreza que os predestina à morte, com as condições econômicas que os estrangula e com as condições sociais que os tornam paralíticos. É uma religião seca como poeira”. Eu acho que deveríamos adicionar que “uma religião seca como poeira” é, na realidade, uma religião falsa.

É verdade que o Senhor Jesus ressurreto deixou a Grande Comissão para a sua Igreja: pregar, evangelizar e fazer discípulo. E esta comissão é ainda a obrigação da Igreja. Mas a comissão não invalida o mandamento, como se “amarás o teu próximo” tivesse sido substituído por “pregarás o Evangelho”. Nem tampouco reinterpreta amor ao próximo em termos exclusivamente evangelísticos. Ao contrário, enriquece o mandamento amar o nosso próximo, ao adicionar uma dimensão nova e cristã, nomeadamente a responsabilidade de fazer Cristo conhecido para esse nosso próximo[grifo nosso].

Ao rogar que deveríamos evitar a escolha mais do que ingênua entre evangelismo e ação social, eu não estou supondo que cada crente deva estar igualmente envolvido em ambos. Isto seria impossível. Além disso, devemos reconhecer que Deus chama pessoas diferentes e as dota com dons apropriados à sua chamada. Certamente cada crente tem a responsabilidade de amar e servir o próximo à medida que as oportunidades se manifestam, mas isto não o inibirá de concentrar-se – conforme sua vocação e dons – em alguma incumbência particular, seja alimentando o pobre, assistindo ao enfermo, dando testemunho pessoal, evangelizando no lar, participando na política local ou nacional, no serviço comunitário, nas relações raciais, no ensino ou em outras boas obras.

Sugestão prática

Embora cada crente, individualmente, deva descobrir como Deus o tem chamado e dotado, aventuro-me a sugerir que a igreja evangélica local, como um todo, deve preocupar-se com a comunidade secular local como um todo. Uma vez que isto seja aceito, em princípio. Crentes individuais, que compartilham as mesmas preocupações, seriam incentivados a juntar-se em “grupos de ação e estudo”. Não para ação sem estudo prévio, nem para estudo sem ação consequente, mas para ambos. Tais grupos, com responsabilidade, considerariam em oração um problema particular, com a intenção de agir atacando o problema. Um grupo poderia estar preocupado com o evangelismo num novo conjunto habitacional, no qual (até onde conhecido) não mora nenhum crente, ou com uma seção particular da comunidade local – uma república para estudantes, uma prisão, estudantes recém-formados etc. Um outro público poderia dedicar-se aos problemas dos imigrantes e das relações raciais, de uma favela de área e de habitações deficientes, de um asilo para velhos desamparados ou de um hospital; de pessoas idosas que têm pensão, mas se sentem sós, de uma clínica local de aborto, ou de uma casa de prostituição. A possível lista é quase interminável. Mas se os membros de uma congregação local fossem compartilhar as responsabilidades evangelísticas e sociais da igreja em conformidade com seus interesses, chamadas e dons, muitos trabalho construtivos poderiam certamente ser feito na comunidade.

Eu não conheço qualquer declaração de nossa dupla responsabilidade cristã, social e evangelística, melhor do que aquela feita pelo Dr W. A. Visser: “Eu creio”, disse ele, “que com respeito à grande tensão entre a interpretação vertical do Evangelho como essencialmente preocupada com o ato de salvação de Deus na vida dos indivíduos e a interpretação horizontal disto, como principalmente preocupada com as relações humanas no mundo, devo fugir daquele movimento oscilatório mais do que primitivo de ir um extremo para o outro. Um cristianismo que tem perdido sua dimensão vertical tem perdido seu sal e é, não somente insípido em si mesmo, mas sem qualquer valor para o mundo. Mas um cristianismo que usaria a preocupação vertical como um meio para escapar de sua responsabilidade pela vida comum do homem é uma negação do amor de Deus pelo mundo, manifestado em Cristo. Deve tornar-se claro que membros de igreja que de fato negam suas responsabilidades em qualquer parte do mundo são tão culpados de heresia quanto todos os que negam este ou aquele artigo da fé [grifo nosso]”( STOTT. John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 55-64).

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Deus tem muito mais para nós! parte 1

Em 1Co 2.9: "Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam".

Recentemente tive uma experiência maravilhosa em que Deus me presenteou com uma linda sobrinha.

E como em toda gestação a minha irmã foi nos deixando atualizada acerca de toda a gestação. A cada mês foi nos mandando fotos da barriga que crescia a cada semana e assim foi até quando fez o ultra som, que nos revelou a maravilha que estávamos para receber: uma linda sobrinha.

No entanto àquelas imagens turvas não revelaram a totalidade da beleza que Deus estava nos trazendo, ainda que o exame feito por ela tivesse sido o de última geração, inclusive com imagens em três dimensões.

Mesmo assim quando recebi essas imagens a emoção tomou conta do meu coração e emocionou não somente a mim mas a todos os familiares. Aquelas imagens não eram exatamente igual a menina que chegou ao mundo alguns meses depois, eram hologramas que apenas nos davam uma idéia de como ela seria. E com certeza ela é muito mais linda que as imagens disformes que vimos através daquele ultra-som.

Promessa de sua Vinda
O texto mencionado acima diz respeito exatamente a essa prática de imaginar aquilo que ainda não vimos, nem ouvimos com exatidão. "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu".

Em Atos 1.9-11, narra a ascensão de Jesus, um evento maravilhoso que foi observado por muitos de seus discípulos. Nesse relato de Lucas não encontra-se somente a narrativa histórica mas também a promessa aos que estavam ali de que o mesmo Jesus "haveria de vir, assim como para o céu o vistes ir".

Mas para nós essa promessa parece um tanto quanto distante, pois não tivemos presentes nesta ocasião, por isso Paulo diz: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam". Devemos crer em sua promessa sempre O amando, pois essa promessa é somente para os que verdadeiramente O amam.

Somente alguns personagens bíblicos podem dizer que tiveram e experiência de ver antes àquilo que "Deus preparou para os que o amam". Mas mesmo não tendo visto ou ouvido como eles, o Senhor nos deixou uma idéia de como será àquilo que Ele mesmo preparou (Jo 14.3) "para os que o amam".

Então como não vimos esse quadro, vivido pelos discípulos, essa palavra de Paulo se cumpre em nossas vidas em que o Senhor nos deixou esse maravilhoso raio-x de sua ascensão para que paremos a pensar em quão maravilhosa será a sua vinda.

Na verdade penso como se estivesse olhando para uma foto ou um quadro, ou até mesmo para uma imagem turva de um ultra som, como o de minha linda sobrinha e espero o dia maravilhoso em que isso virá a luz e torne esse quadro lindo em uma imagem ainda mais bela que a que a minha mente pôde imaginar, pois com meus próprios olhos verei, e com meus ouvidos, ouvirei, o que Deus preparou para mim.

Maranata! Ora vem Senhor Jesus.

sábado, 1 de maio de 2010

Seis Evidências da Idade Jovem do Planeta Terra


Evidência1Geologia: radiocarbono no Diamante

Longe de provar a evolução, datação por carbono 14 na verdade, oferece algumas das evidências mais fortes para a criação e uma terra nova. Radiocarbono (carbono 14) não pode ficar naturalmente em substâncias de milhões de anos, porque se deteriora de forma relativamente rápida. Por esta razão, ele só pode ser usado para obter a "idade" na escala de dezenas de milhares de anos.

Cientistas da RATE (sigla em inglês para Radioisótopos e a Idade da Terra) coordenaram o projeto que analisou os diamantes que os evolucionistas consideram ser de 1-2 bilhões de anos e relacionados com a história inicial da terra. Os diamantes são a substância mais dura conhecida e extremamente resistente à contaminação por meio de permuta química.

No entanto, os cientistas da RATE descobriram significativo níveis detectáveis de radiocarbono nestes diamantes, e puderam assim datá-los em torno de 55 mil anos - um grito longe dos bilhões evolutiva.

Evidência2Astronomia: Recessão da Lua

A atração gravitacional da lua cria uma protuberância "maré" na terra que faz com que a lua seja lançada para fora em rota espiral muito lentamente. Devido a este efeito, a Lua teria estado mais perto da Terra no passado. Com base em forças gravitacionais ea taxa atual de recessão, nós podemos calcular o quanto a lua afastou-se ao longo do tempo.

Se a terra é apenas 6.000 anos de idade, não há problema, porque naquele tempo a Lua teria movido somente cerca de 800 pés (250 m). Mas a maioria dos livros de astronomia ensina que a lua possui mais de quatro bilhões de anos, o que representa um grande dilema, menos de 1,5 bilhões de anos atrás a Lua teria sido tocando a terra!

Evidência3Geologia: Decadente Campo Magnético da Terra

Como os outros planetas, a Terra tem um campo magnético que está se deteriorando muito rapidamente. Agora somos capazes de medir a taxa na qual a energia magnética está se esgotando e desenvolver modelos para explicar os dados.

Os cientistas seculares inventaram um modelo de "dínamo" da terra do núcleo para explicar como a matéria poderia ter durado tão longo período de tempo, mas este modelo não consegue explicar adequadamente os dados para a rápida decomposição e as reversões rápidas que a Terra que foi submetida no passado. (Ele também não pode explicar a campos magnéticos de outros planetas, como Netuno e Mercúrio ).

No entanto, o modelo criacionista (baseado no dilúvio de Gênesis) eficaz e simples explica os dados em relação ao campo magnético da Terra, fornecendo a evidência impressionante que a terra é apenas milhares de anos, e não bilhões.

Evidência4Biologia: Tecidos Moles de fósseis dinossauros

Nos últimos anos, tem havido muitas descobertas de "maravilhosamente preservados" materiais biológicos supostamente camadas de rocha e fósseis antigos. Uma tal descoberta que deixou os evolucionistas confusos, é um fóssil Tyrannosaurus rex fêmur com tecido conjuntivo flexível, ramificação dos vasos sanguíneos, e até mesmo células intactas!

De acordo com os evolucionistas, estes tecidos dinossauro são mais de 65 milhões de anos, mas estudos de laboratório mostraram que não há nenhuma forma conhecida de vida e provavelmente nenhum possível material biológico que duraria milhares de anos.

Poderia ser que os evolucionistas estão completamente errados sobre como esses dinossauros viviam, recentemente?

Evidência5Antropologia: crescimento da população humana

É incrível como a matemática básica pode mostrar-nos sobre a idade da terra. Podemos calcular os anos da existência humana com a simples informação de que a população do planeta dobra a cada 150 anos (um número muito conservador) para obter uma estimativa do que a população mundial deve ser após um determinado período de tempo.

A idade bíblica da terra (cerca de 6.000 anos) é consistente com os números gerados por esse cálculo. Em contraste, até uma idade evolutiva conservativa de 50 mil anos sai para uma figura impressionante impossivelmente alto de um a 99 potência maior que o número de átomos no universo!

Claramente, a afirmação de que os seres humanos têm habitado a terra por dezenas de milhares de anos é um absurdo!

Evidência6Geologia: Estrato de Rocha dobrado firmemente

Quando a rocha sólida é dobrada, normalmente aparecem rachaduras e quebras. Rocha só pode dobrar sem quebrar quando ele é amenizada pelo calor extremo (que causa cristalização) ou quando os sedimentos não foram ainda completamente endurecidos.

Há vários locais em todo o mundo (incluindo o famoso Grand Canyon ), onde observamos secções maciças de estratos que foram bem dobrados, sem evidência de sedimentos a ser aquecida.

Este é um grande problema para os evolucionistas que acreditam que estas camadas de rochas foram estabelecidas gradualmente ao longo de eras grandes de tempo, formando o registro geológico . No entanto, faz todo o sentido para os criacionistas, que acreditam que essas camadas se formaram rapidamente na global inundação catastrófica descrita no Gênesis.

Será que a Idade da Terra realmente importa?

Embora cada uma dessas evidências revela razões pelas quais a terra não pode ser de bilhões de anos, a verdadeira questão não é a idade da Terra. Em vez disso, a questão real é a autoridade. infalível Palavra de Deus deve ser nossa autoridade suprema, e não a fundação instável do raciocínio humano. Estamos tentando encaixar as nossas interpretações do mundo (por exemplo, a evolução) na Escritura, ou vamos simplesmente deixar que Deus fale por si mesmo através da Sua Palavra?

Se não podemos confiar nos primeiros capítulos do Gênesis, por que deveríamos acreditar quando a Escritura diz que a fé em Jesus Cristo como o único caminho da salvação ? ( Romanos 10:9 ,Atos 4:12 , João 14:6 )

Mas quando tomamos as Escrituras como está escrito, está claro que a terra não pode ser mais do que alguns milhares de anos e de uma cosmovisão bíblica, a evidência científica concorda!